Reflexões a partir do workshop


Dez dias atrás, realizei a nona edição do meu workshop, que oferece uma visão de conceitos, estratégias e metodologias para diagnóstico e planejamento de intranets e portais corporativos avançados.

O Canal Executivo, responsável pela organização e captação, mais uma vez deu show: a turma estava lotada, com 35 pessoas (mais do que isso inviabilizaria a dinâmica que fazemos no segundo dia). E ainda teve, mais uma vez, lista de espera – por si só um bom sinal no nível de amadurecimento do mercado, já que isso se repete a três edições do curso.

Olhando no retrovisor, fica claro que as grandes empresas estão mais preocupadas em capacitar profissionais para cuidar de suas intranets ou portais corporativos, já que a grande maioria dos participantes é oriunda delas. Pescando apenas pela memória, estiveram por lá, nas nove edições, representantes da Odebrecht, Camargo Corrêa, Sebrae, Banco do Brasil, Basf, Amil, Petrobras, Pfizer, Caixa, Banco Central, Positivo e Fiocruz – parando por aqui, para não ficar cansativo…

Para a maioria dos participantes, noto que a grande descoberta está relacionada ao reposicionamento destes ambientes digitais como fundamentais para a estratégia e para a competitividade. Em muitas organizações, prevalece a visão básica, de que intranets são um mero mural de avisos e/ou um repositório (quase sempre pouco organizado) de conteúdos. Ter a visão de “para onde isso vai” e entender a importância que pode ter para sua empresa gera uma mudança importante de perspectiva dos alunos – se o desafio é maior, o pote de ouro no final do arco-íris também é (inclusive profissionalmente falando).

Outro ponto alto é a dinâmica, quando são instigados a praticar o que viram no primeiro dia. É uma forma de forjar conhecimento tácito e sair da mesmice expositiva. Ao apresentarem para turma o resultado do seu planejamento e ouvirem os comentários e críticas, geramos uma atmosfera positiva de aprendizagem coletiva.

Também é emblemático notar que a maioria dos participantes vem da área de TI, embora mereça registro o crescente número de organizações que já tratam intranets e portais corporativos a partir da perspectiva de um comitê.

Minha maior felicidade é notar que os participantes saem do workshop com uma visão ampliada e com mais instrumentos para encararem os desafios do dia-a-dia. No fundo, o processo de planejamento não passa de uma leitura do negócio e da compreensão do papel e das potencialidades do portal, promovendo um casamento entre eles. Tecnicamente falando, os desafios se concentram em várias frentes e dificilmente podem ser resolvidas por uma única pessoa. É por isso que digo: um projeto de portal é, ele mesmo, emblemático do novo contexto de negócios em que vivemos…

Em outubro teremos a décima – e comemorativa! – edição do workshop. Vejo você lá? ;o)

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