Agregando valor em ambientes digitais corporativos – a trilha (parte 1)


Para que serve sua intranet? O que um portal tem que nenhum outro sistema já criado possui? Quais são seus diferenciais máximos e onde eles agregam valor?

Estas são questões que muitas vezes esbarram em respostas muito amplas (portal = panacéia) ou muito estreitas (viciadas pela voz/papel do seu interlocutor).

Eis que surge, nesse mar de confusão, o PCC. Não, não é o que você está pensando: felizmente, o assunto aqui nada tem a ver com facções criminosas, mas sim com uma sigla que vem se consolidando, aqui e lá fora, para definir o universo de atuação das intranets e portais.

“E daí? Mais uma buzzword?”. Sim. E não. Segundo consta, quem cunhou a expressão “Portals, Content and Collaboration” (Portal, Conteúdo e Colaboração) foi o Gartner – maior produtor mundial de buzzwords… rs… Mas, olhando com mais atenção, dá para notar que eles conseguiram “colocar o ovo em pé” – conseguiram demarcar claramente, pela primeira vez, o universo de atuação dos ambientes digitais corporativos, o que nos ajuda muito a entender onde eles agregam efetivo valor.

Em bom Português, significa dizer, em alto e bom som, que intranets e portais servem para três coisas (e são o melhor que há em cada uma delas): 

  1. PORTAL = Tecnologia = integrar e orquestrar sistemas de forma mais racional, para a TI, e amigável, para o tomador de decisão/usuário;
  2. CONTENT = Conteúdo = promover a produção, acesso, uso, reuso e guarda dos muitos conteúdos produzidos no ambiente corporativo;
  3. COLLABORATION = Colaboração = estabelecer a aproximação, mediada e apoiada pela tecnologia, dos cérebros e talentos da organização.

[De certa forma, tem tudo a ver com a abordagem que defendo há tempos: o ambiente digital corporativo deve ser um elemento integrado (orquestração tecnológica) e integrador (aproximando pessoas de conteúdos e pessoas de pessoas)].

Nós próximos posts desta semana, vou focar em cada um destes três aspectos, procurando demonstrar como, ao seguir uma dessas trilhas, você pode agregar inequívoco valor ao negócio de uma organização com sua intranet ou portal (falaremos do tão perseguido ROI…).

E mais: como, seguindo os três, de forma conjugada, incorporando uma visão de processos, uma modelagem alinhada à estratégia e preocupações com gestão de mudanças se alcança um ganho sinérgico e sistêmico que faz do ambiente a tão falada plataforma das “empresas que aprendem”.

Até!

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One thought on “Agregando valor em ambientes digitais corporativos – a trilha (parte 1)

  1. Opa, de grande ajuda para eu ter uma idéia melhor, em relação ao logo e ao universo todo que se refere… lerei também os próximos…

    abraço

    RESPOSTA: Que bom que gostou – continue com a gente, assine o RSS.

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