MÁXIMA REVISITADA


Na Era Industrial, valia a máxima “Ninguém é insubstituível”, onde transparecia claramente a visão mecanicista e taylorista (afinal, éramos apenas uma peça da engrenagem, não?).

Agora, na Economia do Conhecimento, é bem diferente:

“NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL”

(se você tiver talento, claro… quanto mais comoditizado for teu conhecimento, mais próximo de uma peça qualquer você será…).

Desde que Polaniy, em 1966, constatou que “sabemos mais do que podemos contar”, marcando a diferença entre conhecimento tácito e explícito, fica claro que cada um de nós é único, já que é impossível reproduzir a experiência individual, filtrada e potencializada pelas nossas raízes e crenças.

É o que eu sempre digo para os funcionários que têm medo de compartilhar: nem que você quisesse conseguiria explicitar tudo, a ponto de tornar-se descartável. Mas, é claro, não podemos ser ingênuos: se sua atividade está encerrada dentro de um processo amarrado (leia-se: mecânico) e a empresa não valoriza os diferenciais do indivíduo, aí sim, ponha suas barbas de molho… rs…

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