EXTRA! COBERTURA “EM TEMPO REAL” DA 3a. CONFERÊNCIA SOBRE PORTAIS CORPORATIVOS! – 1o. Post


Está acontecendo neste instante o primeiro dia da Conferência promovida pela IBC, aqui em São Paulo, de onde estou postando esta mensagem a partir do Business Center do hotel. Este é o primeiro de 4 posts que publicarei, sendo um a cada intervalo para almoço (estamos no primeiro) e outro mais a noite, ao final dos trabalhos do dia. Não perca!

A conferência foi aberta pelo Presidente da Mesa, Eduardo Lapa, da Informal, destacando o papel dos portais corporativos como infra-estrutura para Gestão do Conhecimento, sendo a base para disponibilizar informações estratégicas que alavanquem a competitividade das empresas – e não um mero software.

Sônia Reis, especialista em e-business da Caixa Econômica Federal, foi a primeira palestrante, falando um pouco sobre os links entre BSC (Balanced Scored Card) e portais. Ela demonstrou, a partir de pesquisas, que a grande maioria dos projetos não atinge seus objetivos, destacando como barreira a dificuldade de transformar estratégias em ações. O BSC pretende justamente criar um alinhamento, sendo uma metodologia cada vez mais utilizada. O portal corporativo poderia, então, contribuir muito na disseminação da visão e missão, sendo um canal integrado e compartilhado, agregando valores perceptíveis e mensuráveis para todos os steakholders.

Em seguida, foi a vez do nosso amigo Saulo Figueiredo, da Soft Consultoria, demonstrando como o portal pode favorecer uma nova postura dos colaboradores, que se transformariam em agentes pró-ativos da Gestão do Conhecimento. O ponto alto foi a demonstração do software Autonomy, que contém uma série de funcionalidades impressionantes no que tange à indexação, ordenação e recuperação de informações não-estruturadas. Destaque também para a aproximação que o software gera a partir das buscas e agentes criados pelo colaborador, uma vez que identifica também outras pessoas na empresa que façam varreduras semelhantes, alavancando a oportunidade de criação de comunidades de interesse e de prática.

Finalizando esta primeira manhã do evento, tivemos Ana McLoughlin e Eduardo Pereira, da área de Capital Intelectual da PricewaterhouseCoopers, falando sobre o trabalho interno de Gestão de Conhecimento, baseado em mudanças culturais. Destacaram que a mudança não é um caminho simples e nem exato, sendo fundamental ter sempre uma visão clara do objetivo final que guie as iniciativas. Demonstraram que o trabalho de GC na Price é fomentado por um núcleo central composto de apenas 6 pessoas, mas que tem ramificações em todas as áreas e equipes, nomeando coordenadores e facilitadores que trabalham part-time com GC. Foi importante notar também que o estímulo ao compartilhamento é levado muito a sério, sendo inclusive alvo de avaliação de desempenho.

Bem, por agora é só, pessoal! Vão começar as palestras da tarde! Não deixe de retornar de noite para saber o que está rolando! E amanhã também tem mais. :o)

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