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AI em intranets e portais corporativos – curso mostra porque é diferente
No dia 24/8, o Instituto Intranet Portal estará realizando o seu primeiro workshop profissional, focado em AI para intranets e portais corporativos.
A instrutora será a experiente Alessandra Nahra (profissional de primeira e grande amiga). Ale esteve este ano no SXSW Interactive e no IA Summit! – no curso, vai trazer o que de melhor rolou por lá.
Em formato de imersão, com apenas 12 participantes, ela abordará questões como:
- Como fica a AI numa realidade de personalização avançada, com base em webparts/portlets/widgets?
- Qual o impacto das redes sociais no trabalho do arquiteto?
- Como usar o Twitter no ambiente corporativo?
- Quais são as mais novas técnicas para construir ambientes digitais de forma colaborativa com os usuários?
Confira o programa completo, condições e inscrições no site do Instituto (associados têm 20% de desconto).
Add comment 8/Agosto/2009
Sharepoint 2007: o novo Notes?
Não, você não leu errado. E, se vive no mundo de TI há uns 10 ou 15 anos, vai entender claramente a comparação.
Quem acompanhou o lançamento do MOSS 2007 (vulgo Sharepoint) sabe que houve muito burburinho em torno desta suíte de portal corporativo da Microsoft. Seria ela capaz de cumprir um bom papel no mundo web, onde certamente não está na dianteira? Seria o Sharepoint também uma ferramenta de ECM, como prega a fabricante?
Agora que um ano se passou, duas coisas são certas: o Sharepoint é o maior sucesso recente da empresa (afirmação dela própria e constatação prática deste que vos fala) e as preocupações quanto ao seu “uso indiscriminado” são crescentes. E é aqui que entra o Notes…
Ele foi uma das primeiras maravilhas corporativas da microinformática. Dominando sua linguagem e utilizando mais do que somente o correio eletrônico, era possível construir várias aplicações de forma rápida, com workflow, bases de documentos, alertas… e eis que a área de TI se viu incapaz de orquestrar seu uso, já que proliferavam usuários não-TI que dominavam a ferramenta.
Logo, logo, o que era maravilhoso se mostrou infernal. Simplesmente a sua grande facilidade, frente ao que existia na época, era o seu maior pró – e mostrou-se, logo depois, seu maior contra. Sem governança, sem arquitetura de integração, sem documentação, sem roadmap, o crescimento desordenado se tornou uma grande dor de cabeça. E ainda hoje o é, para muitas empresas que têm vários desenvolvimentos em Notes como legado.
Pois voltemos ao Sharepoint: pegue as análises recentes e os “alertas dos especialistas” a respeito dele, substitua a palavra “Sharepoint” por “Notes” nestes artigos e você verá que as duas realidades, separadas por vários anos, são muito similares. Fato é que a TI está disponibilizando o Sharepoint livremente e ele, que traz várias facilidades e é intuitivo em muitos aspectos, vai proliferando desordenadamente, gerando repositórios isolados, sem padronização, sem controle, sem roadmap, sem documentação… É a vitória do curtíssimo prazo, do pragmatismo exacerbado, sem qualquer visão sistêmica, sobre o planejamento evolutivo e o tratamento destes ambientes como algo orgânico. Qualquer semelhança não é mera coincidência.
Mas uma pergunta não quer calar: se já vivemos isso com o Notes, porque a TI repete o erro de entregar diretamente a ferramenta para os usuários?
E o pior: o mesmo já aconteceu nos primórdios das intranets. Em artigo de 1996, falando sobre “o fenômeno chamado intranet”, um dos cases apresentados como fantástico dava conta de que a FedEx já tinha 600 (!!!) intranets departamentais… o artigo trazia depoimentos dos gestores, falando do quanto era maravilhoso e simples usar o html e acessar pelo browser… Hoje, boa parte das empresas que me procuram querem justamente saber o que fazer com legados desordenados deste tipo, que de produtivos não têm nada…
O principal motivo para essa postura permissiva-omissa é bem claro: a TI se vê refém da sua tradicional incapacidade de ter a agilidade necessária para atender as demandas das áreas de negócio e prefere abrir mão da orquestração em nome de uma falaciosa idéia de estar cumprindo o seu papel, liberando a ferramenta (quando, na verdade, um de seus papéis mais nobres deveria ser justamente a orquestração…).
A diferença, nos dias atuais, é que já temos massa crítica e cases de portais CORPORATIVOS (leia-se: orquestrados) que mostram o caminho – mas ainda assim muitos insistem em repetir os erros do passado. O mais irônico é que, com um bom planejamento e utilizando de forma inteligente os processos de permissão e gestão, é perfeitamente possível dar ao usuário final muito poder e agilidade, mas sem abrir mão da orquestração sistêmica, inclusive usando o Sharepoint 2007.
Além disso, a TI continua caindo no canto da sereia dos fabricantes (que, na maioria das vezes, querem vender e cumprir a meta, custe o que custar) e continua achando que o importante é manter o servidor de e-mail no ar (e olha que o SaaS já é uma realidade). Se focasse mais no I, de ”Informação” (e Conhecimento) e menos no T (de ”Tecnologia”), pensaria duas vezes antes de sair distribuindo Sharepoint para as massas e colocaria os projetos de portal corporativo como elementos prioritários do seu planejamento, já que é tratando informação e conhecimento, com vistas à inteligência coletiva e à inovação, que se agrega efetivo valor ao negócio. Pensar em um projeto de portal é pensar na governança, orquestração e evolução destes ambientes web corporativos que, bem arquitetados, são uma das mais importantes ferramentas para empresas que querem ampliar a sua competitividade neste mundo hiperlinkado.
E você? Ainda confunde sistema crítico-comoditizado (como o e-mail) com estratégico? Então certamente o caos informacional está se formando bem debaixo do seu nariz - e, o que é pior, com a sua bênção…
2 comments 22/Agosto/2008
Agregando valor em ambientes digitais corporativos – Colaboração e a visão do todo (última parte)
Com este último post da série, vamos dar conta da palavra da moda: “colaboração“. De certa forma, é também a “última fronteira”, o mais novo e menos explorado dos três grandes pilares de agregação de valor em um portal.
O que poucas pessoas percebem, em função do hype em torno da idéia de colaboração mediada por tecnologia, é que a idéia em si perde muito da sua força se não for associada a uma visão estruturada e integrada de uso e reuso dos conteúdos.

No círculo da colaboração, como se vê acima, cabem a localização de especialistas, a aproximação de talentos e a troca de conhecimento tácito. Mas o pulo do gato está na fronteira com o círculo da gestão de conteúdo, onde moram a aprendizagem organizacional, a gestão do conhecimento e a inovação.
Esse é um dos motivos, por exemplo, do sucesso da web 2.0 (e, em seguida, da sua aplicação na corporação, sob o nome de Enterprise 2.0): wiki é conteúdo ou colaboração? E blog? São as duas coisas ao mesmo tempo… daí a sua força.
Já a fronteira com a tecnologia tem as tradicionais ferramentas de fórum, mas agora incorporam a irmã mais nova das yellow pages, que são as redes sociais. E mais as outras ferramentas que acabei de citar (e que, verdadeiramente, ficariam melhor no centro do que aqui, mas serve para os nossos fins didáticos, por assim dizer).
Podemos, inclusive, pensar a veia da Tecnologia, com seu apelo forte em integração e acesso a legados, como um tipo diferente de acesso a conteúdos – aqueles que já foram sistematizados e encontram-se nos demais sistemas da organização.
É incrível ver como a colaboração ainda é um terreno a desbravar, por mais que a vocação revolucionária dos ambientes digitais (iniciando com a internet) venha justamente daí.
OLHANDO O TODO
O fato é que, no diagrama acima, o poder total está mesmo no centro superposto dos três círculos. Conhecimento passado e presente em profusão, orquestrado, sem deixar de ser emergente, à disposição da organização e do trabalhador do conhecimento.
Essa é a meta maior de uma intranet avançada ou de um portal corporativo. Essas são as principais proposições únicas de valor de um ambiente como este – algo que nenhum outro sistema faz pela organização.
Em tempo: é justamente atrás de ambientes assim que nós estamos, ao criarmos o Prêmio Intranet Portal. E, como sabemos também que alcançar um estágio maduro depende de uma escalada evolutiva, criamos categorias de premiação para quem se destaca em cada um dos três pilares (Integração em TI, Conteúdo ou Colaboração), além daqueles que estão avançados em Enterprise 2.0 (uso da web 2.0 no contexto digital corporativo).
3 comments 10/Junho/2008
Vem aí o PRÊMIO INTRANET PORTAL!
Depois de 7 meses de planejamento e estruturação, começamos hoje a divulgar oficialmente o Prêmio Intranet Portal, que será lançado no início de junho. O primeiro passo foi antecipar para os colegas da WI Intranet – e, agora, para os leitores que me acompanham aqui no blog.
Vejam a mensagem que enviei – e aguardem as muitas novidades que virão!
“Amigos,
Quando o Intranet Portal foi lançado, em 2004, meu maior objetivo era criar
uma referência nacional sobre o tema, gerando massa crítica e contribuindo
para a formação (e amadurecimento) do mercado. Até hoje é assim, essa é a
sua missão.
Agora, chegou a hora de darmos mais um passo importante nesta direção, com a
criação do PRÊMIO INTRANET PORTAL, iniciativa minha, em parceria com o
grande amigo (e referência em GC no Brasil), Sérgio Storch. Trata-se de uma
premiação única no gênero, como também único é o site (e única é a lista de
discussão que a ele deu origem, iniciada em 2002).
Já no início de junho será lançado um hotsite, com todos os detalhes,
seguindo-se a abertura de inscrições. Por enquanto, esta mensagem tem apenas
o objetivo de antecipar o fato a vocês, que constituem a maior comunidade
sobre o tema em Língua Portuguesa – e que nos fizeram chegar até aqui.
Para finalizar, deixando um gostinho na boca, listo as principais
características do Prêmio que logo, logo estará no ar. Confiram:
- Critérios de avaliação validados e incrementados por um BOARD de
representantes do mercado, garantindo aderência dos quesitos à realidade
prática (o nome dos integrantes do board constará do hotsite) - JÚRI TÉCNICO independente, composto de profissionais reconhecidos, com
grande conhecimento em suas áreas (o nome dos jurados também será divulgado
em breve) - Avaliação técnica baseada em quatro Categorias: INTEGRAÇÃO/TI; CONTEÚDO;
COLABORAÇÃO; e ENTERPRISE 2.0 - Prêmios de DESTAQUE para os que melhor pontuarem em cada uma das
Categorias citadas acima, valorizando não só os portais horizontais mais
completos, mas também aqueles que inovam em cada um destes segmentos-chave - GRAND PRIX para o case que obtiver a melhor avaliação na soma das
Categorias citadas e comprovar, por meio de métricas claras, VALOR PARA O
NEGÓCIO (quesito de maior peso) - Premiação não só para a empresa beneficiária do portal, mas também para
todos os FORNECEDORES que eventualmente apoiaram o projeto em Planejamento,
Desenvolvimento e Ferramenta - Criterioso PROCESSO DE AVALIAÇÃO, composto, para o Grand Prix, de 3 etapas
(Júri Técnico; Votação Aberta; e Avaliação in loco, visitando as Top 3
definidas pelo Júri) - Valorização também dos profissionais e empresas que fazem o mercado, com
prêmios para PROFISSIONAL e EMPRESA DO ANO - APOIO INSTITUCIONAL de organizações de renome (lista o hotsite, em breve)
- APOIO de mídia de revistas e sites do segmento (lista no hotsite, em
breve) - Coroando a iniciativa, teremos EVENTO DE GRANDE PORTE, DE ALTÍSSIMA
QUALIDADE, em novembro deste ano
Por enquanto, é isso… Quem tem case bacana, já pode se preparar para a
inscrição! Quem quiser trocar experiências e aprender ainda mais, pode
acompanhar e interagir conosco durante o processo. E quem quiser ver os
grandes vencedores, já pode programando a participação no evento! De uma
forma ou de outra, conto com vocês para que façamos desta iniciativa um
grande sucesso, que beneficiará a todos.”
Add comment 30/Maio/2008
TI Inside repercute os resultados do IMP
Faz três anos que coordeno e faço as análises da Pesquisa IMP-Brasil (Índice de Maturidade dos Portais), iniciativa da Conectt/Plena.
Trata-se de uma survey – pesquisa aberta – que, entretanto, atrai sobretudo o público do Intranet Portal e da lista de discussão WI Intranet. Logo, é um bom retrato da realidade nacional (cuja importância aumenta na medida da carência de referências específicas do mercado nacional).
Na sua última edição, recém-lançada, a revista TI Inside apresenta alguns resultados do IMP em primeira mão. A matéria inclui também citações deste que vos fala, interpretando os principais resultados. Em breve, creio que o site da revista também reproduza a matéria.
O lado positivo disso tudo é estar colocando intranets e portais em evidência, ajudando a jogar luz sobre este segmento. Entretanto, a nota distoante fica por conta da estruturação da matéria (que aborda websites corporativos e intranets de uma forma confusa) e da sua própria redação (pouco clara em alguns momentos e com erros de ortografia, estrutura e concordância em outros, o que é lamentável).
De qualquer forma, o saldo é positivo por mostrar, como conclui a edição 2007 do IMP, que o mundo de informação e conhecimento suportado por ambientes digitais está entrando na puberdade, avançando a passos largos para a maturidade.
Em junho, o Relatório Standard do IMP-Brasil 2007 estará disponível para download gratuito. E o Relatório Premium será enviado aos participantes da pesquisa, além de ser comercializado para o público em geral.
Add comment 28/Maio/2008
As três peculiaridades de um projeto de portal
Muitas empresas ainda contratam projetos de portal como se fossem projetos de tecnologia. Mas eles são mais que isso (feliz ou infelizmente… rs…). Aqui vão as três principais diferenças de um projeto desta natureza em relação a projetos “puro sangue” de implantação de sistemas:
1 – PROJETO QUE NÃO É PROJETO…
Para começar, qualquer pessoa sabe que “projeto” é algo que tem começo-meio-e-fim. Mas portais, por definição, não têm fim – requerem manutenção constante, tornam-se elementos orgânicos, crescem com a companhia. Logo, falar em “projeto de portal” só é admissível se imaginarmos que se trata de uma reformulação ou da criação de um novo ambiente – mas nunca devemos nos deixar enganar pela idéia de que “acaba quando termina”. Na verdade, a brincadeira começa mesmo quando termina (o projeto)…
2 – UMA ANDORINHA SÓ NÃO FAZ PORTAL
Outra grande diferença: a necessidade de uma efetiva abordagem colaborativa. Não existe isso de “implanta esse portal aí para mim e me entrega quando estiver pronto”. Só vai estar pronto se você, cliente, trabalhar junto, de forma efetiva, desde o primeiro dia de projeto. Se houver comprometimento. E se o trabalho envolver um time multi-áreas (no mínimo TI e Comunicação têm que estar no barco, formando o núcleo básico da governança estratégica que dará sustentabilidade ao ambiente).
3 – SUSTENTABILIDADE É O NOME DO JOGO
Ora, se ele é um projeto que não termina e se depende de uma atuação multi-áreas, então não vai parar em pé se não existirem preocupações e atividades voltadas para construir as bases estruturais de longo prazo (leia-se: governança, gestão de conteúdo, arquitetura da informação e arquitetura da participação). Sem isso, poderemos até ter um projeto de sucesso (concluído no prazo, atendendo as primeiras demandas das áreas, bonitinho…), mas dificilmente teremos um portal de sucesso, que agregue crescente valor, evoluindo de forma estruturada e alinhada à estratégia da empresa (que se sustente ao longo do tempo, portanto).
Em outras palavras: sem foco nas estruturas de sustentabilidade, todo o esforço de projeto caduca e você volta a ter um mico nas mãos em alguns meses…
Sem ter estas três lições em mente, vai por mim, o risco de não obter sucesso é grande – vejo isso todo dia… ;o)
Add comment 14/Maio/2008
O mundo não-B2C
Até hoje me impressiona o fato de que muitas pessoas esclarecidas imaginam que o mundo web é uma coisa só. Não é.
Muito embora haja uma evidente base comum entre internet, intranet e extranet, as similaridades são infinitamente menores do que as particularidades.
Basicamente, a internet é o mundo B2C, onde o que vale é fazer contato com clientes finais. Logo, a disciplina predominante é o webmarketing. O foco primordial é comercial.
O universo das intranets, extranets, portais corporativos (e quantas outras denominações você possa encontrar…) é o mundo “não-B2C”. O uso do ambiente digital está voltado para melhoria dos processos de negócio, para aumento da produtividade. O cliente não é um consumidor, mas sim o “trabalhador do conhecimento”, como bem definiu Peter Drucker. E as disciplinas primordiais envolvidas são a Ciência da Informação e a Gestão do Conhecimento – e não webmarketing.
Isso muda tudo. É a razão pela qual agências web entendam pouco do mundo corporativo. Logo, em geral, não reúnem competência para desenvolver projetos voltados para intranet ou portal corporativo (embora a maioria delas coloque em suas ofertas a possibilidade de criar desde sites até intranets, na linha do “é tudo a mesma coisa”). O mesmo vale para consultores – há os focados no mundo digital corporativo (como eu) e os experts em e-business.
São, portanto, dois mundos que se tangenciam e compartilham uma estrutura comum, mas definitivamente são áreas diferentes.
Add comment 7/Maio/2008
Lotusphere 2008 mostra IBM focada em colaboração
Nesta semana, a IBM, que lidera o quadrante mágico do Gartner para portais horizontais, realizou dois eventos no Brasil, replicando aquele que acontece nos States anualmente.
Participei da edição paulista, embora tenha ficado apenas no início (tive que voar para uma reunião no Rio). Assim, pude ver apenas o keynote internacional e o início da apresentação da Petrobrás (esta última, contando o case de uso do correio eletrônico… ainda bem que eu tinha compromisso, tava muuuuuito chata…).
Mas valeu ouvir o Jack Welch (não, não é o da GE) falar sobre composite aplicatinos, mashups e localização de especialistas. Ele abordou com propriedade os três tipos de colaboração: centrada no documento, centrada no indivíduo e centrada em times (vale dizer, no processo em que eles estão envolvidos). Sim, a IBM está lá na frente no Gartner porque é quem melhor vem conseguindo construir, na prática, os conceitos da Enterprise 2.0, aplicando a web 2.0 no contexto corporativo com a devida leitura antropofágica de que tanto falo.
É muito bom ver uma ferramenta que cria mashups inteligentes, a partir do contexto da ação que está sendo executada, apresentando portlets do próprio mundo Websphere ou de código aberto, como o Google Maps. Outros destaques foram o Total Forms (gerador de formulários bem bolado), o Atlas (mapa de redes sociais) e o criador de mashups (usando pouquíssima programação).
Já o ponto baixo ficou por conta da tentativa de colocar o cliente Notes como plataforma de produtividade individual e o Webshpere (portal) como plataforma coletiva… isso não faz nenhum sentido, a não ser para a própria companhia, que tenta, assim, estabelecer uma venda casada. Mas é ruim para o mercado de portais ver o líder em ferramenta tentando descaracterizar o uso também com foco individual (claro, inserido no contexto coletivo) que podemos e devemos dar a intranets e portais corporativos…
E você, foi no evento? Ficou o dia todo? Participou da edição carioca? Então complementa aqui. Ou diz o que achou das mal traçadas acima…
)
Add comment 28/Março/2008


