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AI em intranets e portais corporativos – curso mostra porque é diferente
No dia 24/8, o Instituto Intranet Portal estará realizando o seu primeiro workshop profissional, focado em AI para intranets e portais corporativos.
A instrutora será a experiente Alessandra Nahra (profissional de primeira e grande amiga). Ale esteve este ano no SXSW Interactive e no IA Summit! – no curso, vai trazer o que de melhor rolou por lá.
Em formato de imersão, com apenas 12 participantes, ela abordará questões como:
- Como fica a AI numa realidade de personalização avançada, com base em webparts/portlets/widgets?
- Qual o impacto das redes sociais no trabalho do arquiteto?
- Como usar o Twitter no ambiente corporativo?
- Quais são as mais novas técnicas para construir ambientes digitais de forma colaborativa com os usuários?
Confira o programa completo, condições e inscrições no site do Instituto (associados têm 20% de desconto).
Add comment 8/Agosto/2009
Vem aí o PRÊMIO INTRANET PORTAL!
Depois de 7 meses de planejamento e estruturação, começamos hoje a divulgar oficialmente o Prêmio Intranet Portal, que será lançado no início de junho. O primeiro passo foi antecipar para os colegas da WI Intranet – e, agora, para os leitores que me acompanham aqui no blog.
Vejam a mensagem que enviei – e aguardem as muitas novidades que virão!
“Amigos,
Quando o Intranet Portal foi lançado, em 2004, meu maior objetivo era criar
uma referência nacional sobre o tema, gerando massa crítica e contribuindo
para a formação (e amadurecimento) do mercado. Até hoje é assim, essa é a
sua missão.
Agora, chegou a hora de darmos mais um passo importante nesta direção, com a
criação do PRÊMIO INTRANET PORTAL, iniciativa minha, em parceria com o
grande amigo (e referência em GC no Brasil), Sérgio Storch. Trata-se de uma
premiação única no gênero, como também único é o site (e única é a lista de
discussão que a ele deu origem, iniciada em 2002).
Já no início de junho será lançado um hotsite, com todos os detalhes,
seguindo-se a abertura de inscrições. Por enquanto, esta mensagem tem apenas
o objetivo de antecipar o fato a vocês, que constituem a maior comunidade
sobre o tema em Língua Portuguesa – e que nos fizeram chegar até aqui.
Para finalizar, deixando um gostinho na boca, listo as principais
características do Prêmio que logo, logo estará no ar. Confiram:
- Critérios de avaliação validados e incrementados por um BOARD de
representantes do mercado, garantindo aderência dos quesitos à realidade
prática (o nome dos integrantes do board constará do hotsite) - JÚRI TÉCNICO independente, composto de profissionais reconhecidos, com
grande conhecimento em suas áreas (o nome dos jurados também será divulgado
em breve) - Avaliação técnica baseada em quatro Categorias: INTEGRAÇÃO/TI; CONTEÚDO;
COLABORAÇÃO; e ENTERPRISE 2.0 - Prêmios de DESTAQUE para os que melhor pontuarem em cada uma das
Categorias citadas acima, valorizando não só os portais horizontais mais
completos, mas também aqueles que inovam em cada um destes segmentos-chave - GRAND PRIX para o case que obtiver a melhor avaliação na soma das
Categorias citadas e comprovar, por meio de métricas claras, VALOR PARA O
NEGÓCIO (quesito de maior peso) - Premiação não só para a empresa beneficiária do portal, mas também para
todos os FORNECEDORES que eventualmente apoiaram o projeto em Planejamento,
Desenvolvimento e Ferramenta - Criterioso PROCESSO DE AVALIAÇÃO, composto, para o Grand Prix, de 3 etapas
(Júri Técnico; Votação Aberta; e Avaliação in loco, visitando as Top 3
definidas pelo Júri) - Valorização também dos profissionais e empresas que fazem o mercado, com
prêmios para PROFISSIONAL e EMPRESA DO ANO - APOIO INSTITUCIONAL de organizações de renome (lista o hotsite, em breve)
- APOIO de mídia de revistas e sites do segmento (lista no hotsite, em
breve) - Coroando a iniciativa, teremos EVENTO DE GRANDE PORTE, DE ALTÍSSIMA
QUALIDADE, em novembro deste ano
Por enquanto, é isso… Quem tem case bacana, já pode se preparar para a
inscrição! Quem quiser trocar experiências e aprender ainda mais, pode
acompanhar e interagir conosco durante o processo. E quem quiser ver os
grandes vencedores, já pode programando a participação no evento! De uma
forma ou de outra, conto com vocês para que façamos desta iniciativa um
grande sucesso, que beneficiará a todos.”
Add comment 30/Maio/2008
Microsoft finaliza compra da Fast Search
Já tinha sido anunciado em janeiro, mas só agora foi formalizado: a Fast agora é “a Microsoft Subsidiary”, como anunciou Hadley Reynolds em post do dia 25 no FastForwardBlog. Ao mesmo tempo, Kirk Koenigsbauer, General Manager do SharePoint Business Group, confirmava.
Com isso, a M$ dá uma tacada de mestre, reforçando o MOSS (Sharepoint 2007) em um aspecto em que ele nunca foi competitivo: a busca. Claro está que ainda haverá um tempo de desenvolvimento para que a integração das ferramentas esteja completa, mas um futuro com a (excepcional) ferramenta da Fast incorporada inclui um horizonte ainda mais promissor para o Sharepoint.
Esse movimento da Microsoft também representa um reforço contra as investidas do Google no mundo corporativo. Em evento realizado em fevereiro, do qual participei (e relatei aqui no blog), dá para notar que a ferramenta do Google ainda fica devendo para a da Fast (principalmente porque o genial PageRank, tão importante na internet, não se aplica no universo intra-firewall). Mas quem duvidar da capacidade inventiva do Google para tirar o atraso certamente é louco – e a MS pode ser muita coisa, mas doida não é…
Por outro lado, representa a consolidação do mercado de busca como algo extremamente relevante – haja vista o que a própria Microsoft tem feito para adquirir o Yahoo (já imaginaram a força que ganha a MS se juntar Fast+Yahoo debaixo do seu guarda-chuva?).
Não podemos esquecer também que é parte do movimento de consolidação do mercado de portais horizontais, onde as suítes vão ficando cada vez mais poderosas, englobando em suas ofertas tudo que se refere a integração com legados, gestão de conteúdo e fomento à colaboração. Já não é mais possível olhar para estes elementos separados - não se quisermos efetivamente agregar valor ao negócio das organizações.
1 comment 28/Abril/2008
Agregando valor em ambientes digitais corporativos – Conteúdo (parte 3)
Retomando a série de posts sobre as propostas únicas de valor de um portal, vamos falar um pouco sobre o segundo pilar – Conteúdo.
Para começar, é importante lembrar que a expressão “Gestão de Conteúdo” é usada tanto por webjornalistas (focados quase sempre em processos digitais de comunicação interna) quanto por profissionais de ciência da informação (preocupados com o ciclo de vida de documentos, sua gestão, guarda, compliance, etc). Logo, o mundo do conteúdo, em verdade, são dois mundos – um com visão mais estrita do que seja conteúdo, enquanto o outro aborda o tema de forma bem mais ampla.
A segunda proposta de valor: promover o uso e reuso, organizar o conteúdo.
Em qualquer dos casos, o que está em jogo é a capacidade de gerar uma base mais estruturada de informações e conhecimentos explícitos, ao mesmo tempo em que se amplia o alcance (tanto do consumo quanto da participação/inserção). Em outras palavras: o nome do jogo é “uso e reuso”… e a questão é “como achar a agulha no palheiro”, na medida em que o problema maior dos nossos tempos é o excesso (e não a falta) de conteúdos.
Do ponto de vista da gestão do conhecimento, está em jogo a memória, a base sobre a qual, pela via da colaboração (próximo pilar, próximo post), podemos criar, inovar. Do ponto de vista do negócio em si, trata-se de prover o just in time da informação: que ela chegue na hora certa, para a pessoa certa, de forma indissociada ao processo de negócio.
Na sua interface com a Tecnologia, temos as ferramentas de Busca, ECM (Enterprise Content Management) e afins, viabilizando essa estruturação e recuperação mais fácil. Na interface com a Colaboração, é o mundo da aprendizagem organizacional, gestão do conhecimento e inteligência coletiva – assunto do próximo post da série, aguardem…
Add comment 23/Abril/2008
Sobre tags, homens e robôs
Todo poder aos metadados! Sim, são eles que viabilizam uma maior “inteligência” do ambiente digital. É a partir deles também que montamos estratégias de disseminação seletiva de conteúdos, rumo à produtividade. Personalização, “push” e busca avançada não existiriam sem as “etiquetas digitais”.
Mas a questão é: qual processo de aplicação de metadados é melhor, o manual/humano ou o automático?
Profissionais de Ciência da Informação lançam mão de listas, taxonomias e dicionários controlados para defender a tese de que só o ser humano é capaz de entender as sutilezas do contexto.
Já empresas como Fast Search (recém-adquirida pela Microsoft) e Autonomy (com o Google correndo por fora) mostram, em seus robustos produtos, a capacidade de extrair automaticamente metadados do texto (e do contexto), chegando a sutilezas como a capacidade de interpretar se o conteúdo tem conotação positiva ou negativa, via abordagem semântica. Para elas, a classificação manual é improdutiva, gera gargalos e acaba sendo extremamente custosa (se bem que esse não parece ser um bom argumento, se analisarmos o preço das ferramentas automáticas…). Há quem diga que é insustentável, diante da crescente massa de conteúdos.
A verdade é que não há nada “transitado em julgado” sobre esta pendenga. São estratégias diferentes, mas que bebem na mesma fonte – cada qual com seus prós e contras. E, não raro, são complementares. Essa foi uma das conclusões que pudemos tirar das apresentações realizadas no evento “Melhores Práticas de GESTÃO DE DOCUMENTOS,INFORMAÇÕES e BUSCA CORPORATIVA“, ocorrido em 14 de fevereiro último. Lá estavam Google e Fast (representada pela Calandra, do amigo Pedro Paulo) mostrando a força de seus robôs. E eu tive a oportunidade de apresentar a estratégia que o Sebrae-Nacional montou, com a ajuda da Plena e de outros parceiros, para viabilizar a disseminação seletiva e a integração de 9 bases heterogêneas de conteúdo, utilizando um dicionário controlado.
E você, em quem aposta – humanos ou máquina? Isso sem falar na lógica emergente da folksonomia e do tageamento livre, baseado na “sabedoria das multidões”… Em sua empresa, há experiências com categorização, tags e metadados para auxiliar na recuperação de conteúdos relevantes?
Add comment 25/Fevereiro/2008
KM BRASIL: PORTAIS E GC LADO A LADO
Em novembro, tivemos mais uma edição do KM Brasil, promovido pela SBGC (Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento). Quem não foi, bobeou…
O evento deste ano foi muito bom, iniciando com uma palestra instigante de David Snowden. Ele, que tem uma larga experiência internacional, combateu conceitos arraigados, como o da própria idéia de gerir o conhecimento e sobre a dicotomia clássica entre tácito e explícito (uma visão realmente reducionista, embora eu considere que por vezes é didaticamente útil).
No fechamento, tive a honra de coordenar, na qualidade de Coordenador de Tecnologia da SBGC Nacional, uma mesa de debates sobre Gestão do Conhecimento e Portais Corporativos. Após uma rápida contextualização minha, as estrelas foram as apresentações que fizeram o Senai-RS e o Sebrae Nacional sobre seus casos de planejamento e desenvolvimento de ambientes digitais. É bom ver que há avanços significativos em projetos desta natureza, onde a consistência do planejamento e da metodologia promovem um claro alinhamento estratégico e mitigam riscos na implantação.
Abaixo, um pequeno vídeo que documentou a nossa participação no evento:
Add comment 15/Dezembro/2007
PORTAL, CONTEÚDO & COLABORAÇÃO
O que um portal faz de melhor? Para quê ele serve, afinal? Qual seu diferencial em relação a outros produtos tecnológicos, como ERP, CRM, etc?
Até hoje, ninguém definiu tão bem este escopo e essa razão de ser quanto o Gartner. Eles cunharam a expressão “Portal, Conteúdo e Colaboração” – e essa tríade diz muito.
“Portal” é o lado tecnológico, a capacidade de ser um guarda-chuva para a integração de sistemas. Uma via fácil para reaproveitar legados. Uma oportunidade única de fazer acesso a múltiplas bases e oferecer uma visão aderente à necessidade do tomador de decisão. Um atalho para a lógica SOA.
Gerenciar “Conteúdo” é outro aspecto da vocação natural dos portais. Neste sentido, o ECM (Enterprise Content Management) constitui seu coração. Tratar os documentos desestruturados é organizar a base de conhecimento explícito para colocá-la a favor dos usuários.
E é aí que entra a “Colaboração” – portais aproximando pessoas e talentos. Fomentando a troca e a inovação. Conhecimento tácito na veia – e na rede.
Voltando novamente à tríade, fica bem claro por que tantas vezes já se falou em portais apoiando a Gestão do Conhecimento. Tácito e Explícito sobre um suporte tecnológico que integra sistemas e bases de dados. Com os avanços da web 2.0 e o papel central dos usuários (PF/usuário final e PJ/usuário corporativo), avançamos para uma visão em que este ambiente digital passa a ser elemento central no cenário da Economia do Conhecimento.
Quem quiser ser competitivo, certamente terá um.
Add comment 15/Dezembro/2007
GOVERNANÇA, A BOLA DA VEZ (AGORA E SEMPRE)
Tudo bem, tudo bem… todo mundo já sabe que portal não é só TI (ou ao menos, a essa altura do campeonato, deveria, né?). E o que há, então, no “além-TI”? Estratégia. Pessoas. Processos. Informações.
Mas há também a necessidade de orquestrar tudo isso. E de dar sustentabilidade ao ambiente digital. Logo, trata-se de criar uma estrutura, com papéis e responsabilidades, tal qual existe no mundo off line. Sim, tal qual, mas não igual…
Estamos falando de Governança, a “estrutura de poder” que endereça assuntos e responsabilidades em um portal de modo a garantir que a rede se traduza em uma estrutura corporativa com um mínimo de “controle”.
Falar em poder e controle quando se aborda o ambiente digital é sempre complicado. Tudo nasceu na libertária internet. Mas empresas não são anárquicas – muito pelo contrário. Logo, a governança é também a arte de tirar o melhor do empowerment que a capilaridade do ambiente dá sem ferir a cultura e as suscetibilidades de organizações onde a hierarquia ainda impera (para o bem ou para o mal… já é tema para outro post… rs). A “arte do controle”, como sempre cita o amigão Cacau.
O fato é que o portal é vivo. Orgânico. Cresce. E precisa de um mínimo de orquestração para garantir sinergia, integração e resultados duráveis. Logo, a governança, como diz Sérgio Storch, bebe na fonte da teoria organizacional, não é um tema novo em si. Mas as peculiaridades do meio digital e da cultura digial requerem uma nova leitura. Só assim conseguiremos desenvolver a sensibilidade para unir as necessidades de controle da organização ao ímpeto libertário do mundo web (tão em evidência agora, quando a web 2.0 virou moda).
Add comment 16/Abril/2007



